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um eléctrico chamado desejo

um eléctrico chamado desejo

lugares

gosto de lugares. por oposição, não gosto de não lugares. lugares iguais a tantos lugares. gosto de lugares com identidade. lugares com alma de gente. assim como este. porto covo, amo-te!

mais uma ilha

quem é ilhéu leva sempre dentro de si uma ilha. devo ser um bafejado pela sorte. depois da ilha do pessegueiro, vou dormir noutra ilha. e o mar sempre presente. corre-me nas veias água do mar. coisas de ilhéu com um arquipélago de amor.

ilha do pessegueiro

havia um pessegueiro na ilha. diz o rui. não havia, digo eu, ao projectar-me contra a ilha. ali estava ela. como qualquer ilha, isolada e rodeada de mistérios. paro e faço história. antes do rui, foi ocupada navegadores cartagineses. mas havia mais história. aquando da invasão romana da Península Ibérica, a ilha abrigou um pequeno centro pesqueiro. lá estão os tanques de salga. e é doce que vou nesta descoberta de uma ilha que não a minha. todos temos ilhas. nem todos sabem.

pelo caminho

fui. sem destino. como qualquer carteirista, nunca sei para onde vou mas sei o que quero. embora só, estou sempre acompanhado. sinto-lhe a respiração a cada passo que dou. somos como que um. une-nos o 28. e vamos a par. e sigo. vou por aquele caminho rumo à felicidade.

água da vida

acordo com sede. sempre tive sede de vida. há quem diga que água é vida. pode até ser, mas não é a água que dá vida.

pensão do amor

image.jpg

da cenoura fugi, ao amor fui bater.

bati na pensão. mas só pensava no amor. a sede de amor, trocada por palavras e imagens. há quem diga que é gula. ha quem diga que é amor. bebe e cala-te.

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